Tailândia apura morte de britânico após procedimento íntimo
Autoridades de Bangcoc investigam clínica após morte de Igho Ubiribo, de 43 anos, ocorrida em 6 de março, após aplicação de ácido hialurônico.

As autoridades da Tailândia abriram uma investigação sobre uma clínica em Bangcoc após a morte do empresário e influenciador britânico Igho Ubiribo, de 43 anos. Ele passou por um procedimento de aumento peniano e morreu horas depois, em 6 de março, na capital tailandesa.
O caso ganhou novos desdobramentos depois que um legista de Londres concluiu, no mês passado, que a substância aplicada no procedimento provocou a morte. A apuração voltou a chamar atenção para a clínica onde o tratamento foi feito e para as circunstâncias que cercaram a intervenção. A suspeita é de que a aplicação de ácido hialurônico tenha sido o fator determinante para o desfecho.
A investigação agora busca esclarecer o funcionamento da unidade de saúde e as condições em que o procedimento foi realizado. O foco das autoridades tailandesas recai sobre a regularidade da clínica e sobre o cumprimento das normas de segurança e atendimento. O caso também reacende o debate sobre os riscos de intervenções estéticas feitas fora de ambientes de alto controle, especialmente quando envolvem substâncias injetáveis.
Os dados já conhecidos apontam que Ubiribo morreu no próprio dia do procedimento, poucas horas depois da aplicação. O legista londrino responsável pela análise afirmou que a substância usada no aumento peniano levou à morte. Foi essa conclusão que reforçou a decisão de aprofundar a apuração na Tailândia.
Por enquanto, não há informação sobre prazos para a conclusão do inquérito nem sobre eventuais responsabilizações. O que se sabe é que as autoridades seguem examinando a clínica de Bangcoc e a sequência de fatos que terminou na morte do influenciador. O caso permanece em investigação, com atenção concentrada na atuação do estabelecimento e na substância utilizada no procedimento.