Médico do HDT alerta: cigarro rouba uma década de vida
Pneumologista do Hospital de Doenças Tropicais aponta consequências do tabagismo para saúde dos tocantinenses

Um especialista em doenças pulmonares do Hospital de Doenças Tropicais (HDT) acende o alerta sobre os perigos do cigarro. Quem fuma perde, em média, dez anos de vida. O médico pneumologista aponta números que assustam e desmontam a ilusão de que o hábito é apenas uma escolha pessoal. Os ganhos para a saúde começam a aparecer tão logo a pessoa abandona o vício. O tempo decorrido desde o último cigarro determina o tamanho dos benefícios clínicos. Quanto mais cedo se para, melhores os resultados. O corpo responde rápido quando liberto do contato contínuo com a fumaça e suas substâncias tóxicas. Em Palmas e no Tocantins, o tabagismo segue como problema de saúde pública. Fumantes lotam as filas de atendimento nos hospitais estaduais. Muitos desenvolvem doenças crônicas que consomem recursos públicos e impactam famílias inteiras. O HDT, que atende casos complexos de saúde respiratória, vê diariamente as consequências dessa dependência. Os alertas médicos não visam apenas assustar. Existem tratamentos eficazes e apoio profissional disponível. Programas de cessação funcionam quando o paciente se compromete. Médicos especializados orientam sobre medicações, terapias comportamentais e acompanhamento personalizado para cada pessoa que decide largar o hábito. O pneumologista do HDT reforça: parar de fumar não é capricho. É investimento direto em longevidade e qualidade de vida. Cada dia sem cigarro é um passo para recuperar anos que o tabagismo tira. Tocantinenses que buscam essa mudança encontram suporte nas instituições de saúde do estado.