Palmas entra em alerta amarelo por baixa umidade
Inmet prevê umidade entre 30% e 20% em Palmas nesta terça-feira, 16, com risco de incêndios e efeitos à saúde

Palmas voltou a ficar sob alerta amarelo de perigo potencial por baixa umidade nesta terça-feira, 16. O aviso foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e vale para a capital e outras cidades da região do Tocantins Oriental.
O cenário é de ar seco, com a umidade relativa podendo cair para índices entre 30% e 20% ao longo do período de validade do boletim. Além do desconforto já conhecido por quem enfrenta esse tempo mais pesado no Tocantins, o Inmet também chama atenção para o risco de incêndios florestais e para possíveis danos à saúde.
Na prática, o alerta mexe com a rotina de quem depende de atividades ao ar livre em Palmas. Trabalhadores expostos ao sol, estudantes, idosos e pessoas com problemas respiratórios tendem a sentir mais os efeitos da baixa umidade. Em dias assim, a capital costuma registrar aumento de incômodo nas ruas, nos canteiros de obras, nos deslocamentos de moto e também nas ações de combate a queimadas, um problema que volta a preocupar o estado sempre que o tempo seca de vez.
O aviso do Inmet reforça uma condição climática que já se tornou frequente nesta época do ano no Tocantins. A previsão de umidade abaixo de 30% coloca a cidade em faixa de atenção, porque esse índice fica bem distante dos 60% considerados ideais pela Organização Mundial da Saúde. Para quem vive o dia a dia da capital, isso significa mais cuidado com hidratação, mais atenção com crianças e idosos e mais vigilância para evitar qualquer foco de fogo em áreas de vegetação.
O instituto classificou o fenômeno como alerta amarelo, nível de perigo potencial. O período informado pelo boletim é das 10h às 21h desta terça-feira, 16. Nesse intervalo, a orientação é observar a evolução do tempo e redobrar a cautela com atividades que favoreçam o ressecamento do ambiente ou a propagação de chamas.
Em Palmas, o tema ganha peso porque o reflexo do clima seco aparece em vários pontos da cidade ao mesmo tempo: na saúde, com irritação nas vias respiratórias; na segurança, com risco maior de queimadas; e até na rotina urbana, já que o calor e a baixa umidade alteram a circulação de pessoas em áreas abertas. Em um período assim, a atenção costuma se dividir entre o desconforto imediato e o receio de incêndios em lotes vazios, áreas verdes e regiões mais expostas ao vento.
Até o fim da validade do alerta, a tendência é de manutenção desse ambiente seco sobre a capital e parte do estado. Para quem acompanha o clima em Palmas, o quadro pede vigilância, porque o tempo deve seguir exigindo cuidados simples, mas necessários, para reduzir os efeitos da baixa umidade no cotidiano.