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Nora confessa homicídio de sogra em Confresa e alega surto psicótico

Mulher de 29 anos foi presa após matar Maria Aparecida, 53, em residência na cidade mato-grossense. Vizinhos chamaram polícia após gritos

📝 Redação CCN22 de agosto de 2026 às 21:44👁 5 leituras
Nora confessa homicídio de sogra em Confresa e alega surto psicótico

Uma mulher de 29 anos foi detida pela Polícia Militar de Confresa, no norte de Mato Grosso, após confessar ter assassinado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de casa no último sábado. O crime foi descoberto por vizinhos, que acionaram as autoridades ao ouvir gritos de socorro vindos da residência. A vítima, ex-servidora municipal, teve o corpo encontrado ainda na manhã do dia 22, segundo informações preliminares.

A prisão ocorreu horas depois dos primeiros relatos, quando a suspeita foi levada à delegacia local. Durante o depoimento, ela afirmou ter sofrido um surto psicótico no momento do crime, segundo apurou a polícia. A motivação exata para o homicídio ainda é investigada, mas a versão apresentada pela acusada já levanta questionamentos sobre sua saúde mental. A delegacia não divulgou detalhes adicionais sobre o histórico da relação entre as duas mulheres.

O caso chocou a pequena cidade, onde Maria Aparecida era conhecida por seu trabalho na administração pública. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias em homenagem à ex-servidora, que deixou familiares e colegas de trabalho em luto. O enterro ocorreu no domingo, com presença de autoridades e moradores.

A Polícia Civil informou que a investigação segue em andamento para apurar se houve premeditação ou se o ato foi resultado de um episódio isolado. Testemunhas ouvidas pela imprensa local relataram que os gritos ouvidos na manhã do crime eram intensos e duraram vários minutos, o que levou vizinhos a chamarem a PM. A suspeita foi encaminhada ao sistema prisional após a audiência de custódia, onde será avaliada sua condição psicológica.

Enquanto a Justiça analisa o caso, a comunidade local debate a necessidade de mais atenção à saúde mental, especialmente em casos de conflitos familiares. A polícia não descartou a possibilidade de novas diligências para esclarecer o contexto do crime. A família da vítima, por meio de parentes, pediu privacidade para lidar com o luto.

O Ministério Público aguarda os laudos periciais para decidir sobre a denúncia. A defesa da acusada ainda não se manifestou publicamente. O caso deve ser julgado em primeira instância nos próximos meses, dependendo da complexidade das provas.