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Mãe é presa por maus-tratos a bebê de dois meses em cidade de Mato Grosso

Mulher de 22 anos foi detida após espalhar fezes na criança e incendiar roupas durante briga com o marido na madrugada de domingo em Sinop

📝 Redação CCN30 de agosto de 2026 às 21:28👁 9 leituras
Mãe é presa por maus-tratos a bebê de dois meses em cidade de Mato Grosso

Uma mulher de 22 anos foi presa na madrugada de domingo (30) em Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá, acusada de maus-tratos contra sua filha de apenas dois meses. Segundo a Polícia Militar, ela teria defecado na roupa da criança, espalhado fezes pelo corpo da bebê e em suas próprias vestes, além de ter colocado fogo em peças de roupa e danificado uma motocicleta durante uma discussão com o marido, que estava embriagado.

O caso foi registrado após vizinhos ouvirem barulhos de briga e chamarem o Conselho Tutelar, que assumiu a guarda da criança para providenciar os cuidados necessários. A mãe, identificada apenas como suspeita, foi encaminhada à delegacia local, onde deve responder por agressão e exposição de vulnerável. A Polícia Militar informou que o marido também foi ouvido, mas não houve prisão imediata.

A bebê foi levada a um hospital para avaliação médica, onde não foram registrados ferimentos graves, segundo informações preliminares. O Conselho Tutelar, responsável pelo caso, não comentou sobre o estado emocional da criança ou possíveis sequelas psicológicas. A suspeita, que não teve o nome divulgado, deve ser apresentada à Justiça ainda nesta semana.

A Polícia Militar confirmou que a mulher agiu de forma violenta após uma discussão com o marido, que também estava sob efeito de álcool. O uso de um pedaço de madeira durante o episódio foi relatado por testemunhas, embora não tenha sido esclarecido se houve contato físico com a criança. O Conselho Tutelar informou que a bebê será encaminhada a uma família acolhedora enquanto o caso é investigado.

O delegado responsável pelo caso afirmou que a prisão preventiva da mãe é uma medida para garantir a segurança da criança, que agora está sob proteção do Estado. A Justiça deve decidir em breve sobre a continuidade do processo, que pode resultar em medidas socioeducativas ou até mesmo na perda do poder familiar. Enquanto isso, a Polícia Civil segue apurando os detalhes do ocorrido para formar um laudo completo.