Homem esfaqueia esposa e vizinha no Padre Luso em Porto Nacional
Duas mulheres foram atacadas na noite de quinta-feira; suspeito de 42 anos permanece foragido e polícia continua buscas

Um ataque violento na noite de quinta-feira (4) deixou duas mulheres feridas no setor Padre Luso, em Porto Nacional. O suspeito, um homem de 42 anos, desapareceu após esfaquear as vítimas e até o momento não foi encontrado pela Polícia Militar do Tocantins.
O agressor é companheiro de uma das feridas. A primeira vítima, com 30 anos, e a segunda, de 44, sofreram ferimentos cortantes provocados por arma branca. O ataque ocorreu na residência onde morava o casal, no bairro que fica na região central de Porto Nacional.
O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado e chegou ao local para prestar os primeiros socorros. As duas mulheres receberam atendimento no setor e foram transportadas para o Hospital Regional de Porto Nacional, onde passaram por avaliação médica. A polícia militar registrou a ocorrência e abriu investigação sobre o caso.
A fuga do suspeito imediatamente após os ataques transformou a situação em alerta na região. Moradores do Padre Luso enfrentam a preocupação de ter um homem procurado pela polícia circulando na área. A Polícia Militar do Tocantins intensificou as buscas para localizar o foragido e impedir que outros crimes ocorram.
Porto Nacional, a segunda maior cidade do estado, tem enfrentado casos recorrentes de violência doméstica nos últimos meses. Autoridades locais alertam para o crescimento de denúncias em delegacias e centros de atendimento. O caso reflete um padrão preocupante que tem levado a Secretaria de Segurança Pública a reforçar orientações sobre proteção de vítimas e investigação rápida de agressores.
A delegacia de Porto Nacional trabalha para localizar o homem. Informações sobre seu paradeiro podem ser repassadas à polícia através do disque-denúncia ou direto nas unidades de segurança da cidade. O Hospital Regional segue acompanhando a recuperação das vítimas, que apresentam ferimentos cortantes.
O ataque coloca em evidência a necessidade de políticas de acolhimento a mulheres vítimas de violência em Tocantins. Redes de proteção, como casas-abrigo e plantões especializados, funcionam em Palmas e cidades maiores, mas ainda demandam expansão para municípios do interior que enfrentam demanda crescente.