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Filha suspeita de matar mãe em Gurupi passará por perícia mental

Deise Carmem de Oliveira Ribeiro, de 55 anos, foi morta pela filha, que agora alega insanidade mental. O caso está sob investigação.

📝 Redação CCN•24 de setembro de 2026 às 18:48•👁 1 leituras
Filha suspeita de matar mãe em Gurupi passará por perícia mental

Um crime que chocou a comunidade de Gurupi, no sul do Tocantins, ganhou novo capítulo nesta semana. A filha de Deise Carmem de Oliveira Ribeiro, de 55 anos, suspeita de matar a própria mãe, terá que passar por perícia psiquiátrica após a defesa alegar insanidade mental. A ré continua presa enquanto aguarda o laudo que pode definir os rumos do processo.

O caso, que já chama atenção pela gravidade, agora coloca em pauta a questão da saúde mental e a capacidade de responsabilidade penal. A defesa apresentou documentos médicos que sugerem que a acusada não estaria em seu juízo perfeito no momento do crime. Se comprovada a insanidade, ela pode ser submetida a medidas de segurança, como tratamento em instituição especializada, em vez de cumprir pena em regime fechado.

Para os moradores de Gurupi, o caso é mais um alerta sobre a importância de discutir a saúde mental na região. Com poucos recursos e profissionais especializados, o sul do Tocantins enfrenta desafios para atender a demanda por apoio psicológico e psiquiátrico. O caso também reacende o debate sobre a violência doméstica, um problema que persiste em todo o estado, apesar das campanhas e políticas públicas.

Deise Carmem era conhecida na cidade e sua morte deixou familiares e amigos consternados. A perícia mental, que será realizada nos próximos meses, deve trazer mais clareza sobre as circunstâncias do crime e o estado psicológico da acusada. Enquanto isso, a população acompanha o desfecho do caso, que promete ser um dos mais comentados do ano em Gurupi.

O próximo passo será a análise dos laudos pela Justiça, que decidirá se a ré tem condições de responder pelo crime ou se será submetida a tratamento. O resultado pode influenciar não apenas o futuro da acusada, mas também a forma como casos semelhantes são tratados no Tocantins, onde a intersecção entre saúde mental e justiça criminal ainda é um tema pouco explorado.