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Servidor é condenado por acumular dois cargos públicos no TO

Jucélio Ferreira de Menezes foi condenado pela Justiça por trabalhar irregularmente em Ipueiras e Santa Rosa do Tocantins simultaneamente.

📝 Redação CCN28 de maio de 2026 às 17:03👁 2 leituras
Servidor é condenado por acumular dois cargos públicos no TO

Um servidor público tocantinense foi condenado pela Justiça por manter dois cargos públicos ao mesmo tempo, uma prática irregular que viola as normas legais de acumulação de funções. Jucélio Ferreira de Menezes trabalhava simultaneamente nos municípios de Ipueiras e Santa Rosa do Tocantins, ambos localizados na região centro-sul do estado, acumulando vencimentos dos dois postos de trabalho. A decisão judicial determinou a exoneração imediata em um dos cargos e ordenou que o servidor devolva todo o dinheiro recebido de forma irregular durante o período em que acumulou as duas funções. A condenação representa uma ação importante do sistema de justiça em coibir práticas que prejudicam a administração pública e drenam recursos dos cofres municipais que poderiam ser destinados a serviços essenciais para a população. O caso chegou ao conhecimento da Justiça após o Ministério Público do Tocantins (MPTO) identificar irregularidades no cumprimento das normas de acumulação de cargos. O órgão ministerial acionou a Justiça para que fossem tomadas as medidas cabíveis, resultando na condenação que agora afeta o servidor público. A atuação do MPTO demonstra o compromisso da instituição em fiscalizar o cumprimento da legislação que governa a administração pública estadual e municipal. É importante destacar que a decisão ainda permite recursos, ou seja, o caso pode seguir para instâncias superiores caso o servidor ou qualquer das partes envolvidas apresente contestação. Mesmo assim, a condenação em primeira instância marca um precedente importante para a administração pública tocantinense, sinalizando que irregularidades na acumulação de cargos serão punidas com rigor. Para os tocantinenses, esta decisão reforça o papel essencial da Justiça e do Ministério Público na proteção do patrimônio público e no combate a práticas irregulares que afetam diretamente a qualidade dos serviços ofertados pelos municípios. A devolução dos valores indevidos contribui para que esses recursos retornem aos cofres públicos, podendo beneficiar programas e políticas que atendem a população dos dois municípios envolvidos.