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Procura por motos novas caras dispara 78% e movimento aquece mercado

Interesse por modelos acima de R$ 50 mil cresce exponencialmente no Brasil, enquanto usado também sente o aquecimento

📝 Redação CCN28 de maio de 2026 às 17:03👁 1 leituras
Procura por motos novas caras dispara 78% e movimento aquece mercado

O mercado de motocicletas vive um momento de turbulência. Os brasileiros buscam cada vez mais por máquinas novas e de alto valor agregado. As buscas por motos 0 km acima de R$ 50 mil explodiram nos últimos meses, saltando 78% em relação ao período anterior. Um movimento que chama atenção de lojistas e revendedores por todo o país.

Palmas e o Tocantins não ficam à margem dessa tendência. A capital tocantinense, que concentra boa parte do poder de compra estadual, acompanha de perto esse comportamento do consumidor brasileiro. Showrooms locais relatam aumento na procura por modelos premium e de maior cilindrada. O fenômeno reflete não apenas a busca por qualidade, mas também a disposição de motoristas em investir em máquinas mais modernas e equipadas.

O interessante é que o movimento não se restringe aos modelos zero quilômetro. O segmento de motos usadas também aqueceu, com crescimento de 27,8% no mesmo período comparativo. Isso indica que o interesse se espalha por diferentes faixas de preço e públicos. Quem não consegue arcar com uma 0 km busca alternativas no mercado de seminovos, mantendo a dinâmica do setor aquecida.

Especialistas apontam que essa explosão de buscas pode estar relacionada ao desejo de renovação e à busca por tecnologia mais recente nos modelos. Motos com maior valor agregado tendem a oferecer melhores sistemas de segurança, conforto e conectividade. Para o consumidor tocantinense, isso significa acesso a máquinas com características que até pouco tempo eram exclusivas de importadas ou marcas premium.

A tendência oferece oportunidades para concessionárias e distribuidoras na região. Com o aumento de interesse, o setor aquecido pode gerar mais empregos e movimentar a economia local. O próximo semestre deve revelar se esse comportamento se consolida ou se trata apenas de uma variação sazonal no mercado de duas rodas.